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Como saber quando devo fazer a inspeção veicular?

A partir da primeira visita, uma nova inspeção veicular  deve ser feita a cada 2 anos para carros particulares. De acordo com a nova lei, todos os veículos devem ser vistoriados, sem exceção. Se o carro é usado para transporte escolar, a inspeção veicular  deve ser feita a cada 6 meses.

Qual a diferença de vistoria e inspeção?

Na engenharia civil, vistoriainspeção veicular , auditoria, perícia e consultoria são termos usados diariamente. … Já a perícia examina e apura, enquanto a auditoria é o atestamento. Inspeção veicular  pode ser entendida como análise e vistoria como a constatação do problema

Como fazer a inspeção veicular?

Você precisa ter em mãos o CRV (Certificado de Registro de Veículos) e o CRVL (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos) e todos os impostos e multas devem estar pagos. Apresente os documentos necessários como a cópia e original dos documentos RG, CPF, e comprovante de residência.

Quais itens são verificados na vistoria de veículos?

Estão, entre os itens verificados, o cinto de segurança, sistema de iluminação, buzina, retrovisores, velocímetro, extintor de incêndio, estepe, chave de roda e triângulo de sinalização. Tudo deve estar em bom estado e funcionando para que o veículo seja aprovado na vistoria e o laudo positivo seja emitido.

O que é exigido na vistoria do GNV ou Inspeção GNV ?

E exigido na vistoria do GNV ou Inspeção GNV Marcador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (Tacógrafo). Cinto de segurança em boas condições para todos os passageiros. Dispositivo de controle de ruído do motor. … Cinto de segurança para a árvore de transmissão nos veículos de transporte coletivo e carga.

Renovação de alvará para transporte escolar

Ao pensar, em um alvará escolar por exemplo, pode dize que ele é disponibilizado pela prefeitura e o seu fundamento é simplesmente avaliar e aprovar o funcionamento por parte dos veículos transportadores.

Para garantir ou melhor obter o seu alvará escolar, se faz necessário ficar atento a qualquer tipo de situação, pois o ato de conduzir diversos estudantes em diferentes localidades a fim de que cheguem seguros em suas residências e escolas é uma tarefa de extrema de grande responsabilidade.

Em questões mais especificas, esse tipo de veículo necessita de uma autorização para operar com o transporte coletivo especialmente na categoria escolar. Portanto, é fundamental ser aprovado na inspeção veicular e através da aprovação obter o comprovante com a Secretaria Municipal, até resultar no certificado válido, quer seria o alvará escolar.

Fundamentos por parte de um alvará escolar

Inicialmente, é importante estar a mencionar que por mais que o seu veículo esteja devidamente apto a conduzir esse tipo de transporte coletivo, se o motorista não tiver em mãos o alvará escolar adequado, o mesmo estará sujeito a receber um multa e por conta disso será necessário providenciar a regularização do seu automóvel com bases nas normas e leis.

Com exatamente trinta dias, o motorista penalizado está apto a apresentar a documentação regulamentada e por parte disso adquirir o seu alvará escolar.

Tendo conhecimento do que se trata um alvará escolar, tanto o motorista de ônibus, van ou micro-ônibus este devidamente apto a circular em seu município, promovendo o transporte de estudantes diariamente a fim de proporcionar maior comodidade e segurança.

Como base de conhecimento, é importante ressaltar que obter o seu alvará do tipo escolar é essencial realizar a inspeção veicular sob os cuidados de uma empresa acreditada pelo INMETRO e licenciada pelo DENATRAN, sem falar do credenciamento em meio ao DTP, assim como RCA INSPEÇÃO VEICULAR.

Com alta experiência no ramo a RCA INSPEÇÃO VEICULAR  é responsável por tornar mais simples e ágil os processos para obter um alvará escolar com base nas normas e leis determinas pelos órgãos responsáveis.

RCA INSPEÇÃO VEICULAR realiza um serviço especializado voltado a inspeção veicular por parte de seus profissionais capacitados, com o objetivo de os auxiliares da melhor maneira a conquistar o seu alvará e por parte dele operar dentro da lei.

Qual documento do GNV deve andar?

– É necessário apresentar o documento do veiculo, CNH, nota fiscal da compra do Kit GNV, nota fiscal de mão-de-obra de instalação, autorização prévia do DETRAN (obtida diretamente no DETRAN ou através de um despachante) e atestado de qualidade emitido pela oficina.

A RCA realiza com Inspeção Sinistro em veículos leves e pesados em inspeção em GNV; Inspeção Suspensão / Rodas / Turbo; Inspeção Modificação / Inspeção Sinistro .

Como regularizar carros rebaixados e não ser multado

Quem deseja fazer o rebaixamento do veículo deve estar atento às medidas exigidas pelo Detran para não ser autuado com uma infração ao ser parado em uma blitz.

O primeiro passo é fazer o pedido de Autorização Prévia da Autoridade de Trânsito ao Detran. É importante fazer esse pedido antes de rebaixar o veículo, se o proprietário optar por rebaixar antes de fazer o pedido, terá um gasto extra .

Para estar de fato legalizado, é necessário o Certificado de Segurança Veicular, o CSV. Para conseguir esse certificado é necessário fazer a vistoria veicular no Detran e em uma unidade credenciada pelo Inmetro.

Após a aprovação e as vistorias realizadas, é hora de reunir os seguintes documentos:

Certificado de Registro do Veículo;
Nota fiscal das peças utilizadas para o rebaixamento;
Nota fiscal do serviço realizado.
Caso o proprietário do veículo tenha feito o serviço por conta própria, deverá assinar uma declaração específica, com firma reconhecida, se responsabilizando civil e criminalmente pelo serviço.

Nessa declaração deve conter todos os dados do veículo e do proprietário.

Quanto um carro pode ser rebaixado?

Na prática apenas os veículos com até 3.500 kg podem ser rebaixados em no máximo 10 centímetros de altura do solo. Com a nova Resolução CONTRAN que especifica as regras do limite da suspensão, os carros de passeios podem usar as famosas suspensões que têm regulagem à altura, escolhas antes proibidas

Como Rebaixar Dentro da Lei?

A principal legislação de trânsito do país é o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Nele, há 3 momentos em que o tema de alterações em veículos é abordado, nos artigos 98, 106 e 123, os quais lhe explicarei agora.

O primeiro artigo do CTB a falar sobre o assunto é o art. 98. Segundo esse dispositivo, o proprietário que quiser mudar características originais de seu veículo precisará de uma autorização prévia da autoridade de trânsito.

Veja a redação original:

“Art. 98. Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.

“Parágrafo único. Os veículos e motores novos ou usados que sofrerem alterações ou conversões são obrigados a atender aos mesmos limites e exigências de emissão de poluentes e ruído previstos pelos órgãos ambientais competentes e pelo CONTRAN, cabendo à entidade executora das modificações e ao proprietário do veículo a responsabilidade pelo cumprimento das exigências.”

Como você pode ver, acompanha o art. 98 um parágrafo único, segundo o qual é necessário que o veículo não ultrapasse limites de emissão de ruídos e poluentes, cumprindo a legislação referente ao assunto.

A responsabilidade quanto a isso cabe ao proprietário e ao profissional que realizar o serviço, e é necessária uma verificação que certifique a segurança do veículo

Este último tema é abordado no art. 106 do Código, que afirma a obrigatoriedade dessa certificação para que o veículo possa ser licenciado e registrado.

Para regulamentar o assunto e especificar como obter o Certificado de Segurança Veicular (CSV), o CONTRAN formulou o art. 4º da Resolução nº 397/11.

“Art. 4º Quando houver modificação exigir-se-á realização de inspeção de segurança veicular para emissão do Certificado de Segurança Veicular – CSV, conforme regulamentação específica do INMETRO, expedido por Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN, respeitadas as disposições constantes da Tabela anexa à Portaria a ser editada pelo órgão máximo executivo de trânsito da União.”

A instituição, para emitir o certificado de segurança, deve estar cadastrada junto ao Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e seguir as normativas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).

Por fim, ainda no CTB, o art. 123, III define que os veículos que passarem por qualquer modificação de característica de fábrica precisarão de um novo Certificado de Registro do Veículo (CRV).

“Art. 123. Será obrigatória a expedição de novo Certificado de Registro de Veículo quando:

(…)

III – for alterada qualquer característica do veículo.”

A obrigação disposta no artigo acima se dá para que a alteração esteja expressa no documento de identificação do veículo.

Como você deve ter notado, toda a legislação que lhe apresentei até aqui fala sobre modificações de veículos em geral.

Embora elas sejam indiscutivelmente importantes, há dispositivos específicos na Resolução CONTRAN nº 479/14 sobre a alteração no sistema de suspensão do carro,e você as verá em seguida.

Resolução CONTRAN nº 479/14

A Resolução CONTRAN nº 479/14 modifica a Resolução nº 292/08, a fim de atribuir novas regras para o processo de mudança de suspensão do veículo.

O artigo a tratar do assunto, na antiga resolução, era o art. 6º. Portanto, a nova resolução vem para alterá-lo.

Veja a nova redação do artigo:

“Art. 6º Os veículos de passageiros e de cargas, exceto veículos de duas ou três rodas e quadriciclos, usados, que sofrerem alterações no sistema de suspensão, ficam obrigados a atender aos limites e exigências previstos nesta Resolução, cabendo a cada entidade executora das modificações e ao proprietário do veículo a responsabilidade pelo atendimento às exigências em vigor.”

De acordo com o texto acima, apenas veículos de cargas e de passageiros com mais de três rodas podem passar por alterações na suspensão.

Além disso, há limites impostos para essas alterações, que serão descritos mais à frente, os quais deverão ser cumpridos.

A responsabilidade por essas mudanças fica a cargo do proprietário do veículo e do local em que as modificações forem executadas — nas oficinas mecânicas, na maior parte das vezes.

O art. 6º, em sua nova redação, vem acompanhado de 3 parágrafos, que definem as especificidades do que é e o que não é permitido ao mudar o sistema de suspensão do veículo.

Abaixo, explicarei cada um deles separadamente.

“§1º Nos veículos com PBT até 3500 kg:

I – o sistema de suspensão poderá ser fixo ou regulável.

II – A altura mínima permitida para circulação deve ser maior ou igual a 100 mm, medidos verticalmente do solo ao ponto mais baixo da carroceria ou chassi, conforme anexo I.

III – O conjunto de rodas e pneus não poderá tocar em parte alguma do veículo quando submetido ao teste de esterçamento.”

O § 1º define as normas a serem cumpridas por veículos com Peso Bruto Total (PBT) até 3.500 kg – carros de passeio em geral.

Uma novidade, que antes não era permitida, é o uso de suspensão fixa ou regulável. Antes, era possível utilizar apenas suspensão fixa.

Outra regra importante diz respeito à altura mínima do veículo em relação ao solo. Fica definido, no inciso II do § 1º, que a altura mínima é de 100 mm, ou seja, 10 cm.

Essa altura será contada a partir da parte mais baixa do veículo e, se não cumprida, será necessário um novo ajuste.

Por fim, o inciso III do § 1º determina que as rodas e os pneus não podem tocar o veículo durante o teste de esterçamento, mesmo quando na rotação máxima do volante.

Tanto se a altura estiver incorreta quanto se as rodas e/ou pneus tocarem o carro, seu veículo não será aprovado na vistoria.

“§2º Nos veículos com PBT acima de 3.500 kg:

(…)

IV – É vedada a alteração na suspensão dianteira, exceto para instalação do sistema de tração e para incluir ou excluir eixo auxiliar, direcional ou auto direcional.”

O § 2º do art. 6º dá as orientações relativas a veículos com PBT acima de 3.500 kg.

Em relação ao sistema de suspensão dianteira de veículos pesados — caminhões, por exemplo —, não é permitido realizar alterações.

Você apenas poderá executar mudanças nesses veículos em caso de instalação de sistema de tração ou para inclusão ou exclusão de eixo.

“§ 3º Os veículos que tiverem sua suspensão modificada, em qualquer condição de uso, deverão inserir no campo das observações do Certificado de Registro de Veiculo – CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veiculo – CRLV a altura livre do solo.”

O § 3º, último adicionado ao art. 6º da Resolução, reafirma a necessidade de registro das alterações nos documentos do veículo.

Será necessário, como lhe expliquei, emitir novos CRV e CRLV. Neles, no campo das observações, será inserida a altura do veículo em relação ao solo.

Nos dois próximos tópicos você verá o passo a passo para a regularização dos carros rebaixados. Siga a leitura.

Como tirar o rebaixado do documento?

Para tirar rebaixado do documento do veículo você vai precisar de autorização, isso porque qualquer alteração que for realizada na estrutura do veículo precisa de prévia autorização do Detran. Conforme o código de trânsito qualquer alteração que mude a cor, envelopamento, combustível, blindagem, etc

Como desbloquear sinistro média monta?

DESBLOQUEIO DE VEÍCULO COM DANO CLASSIFICADO COMO DE “MÉDIA MONTA”, SEM TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE

Por motivo de segurança, o veículo com dano classificado como de “média monta” pela autoridade de trânsito tem seu cadastro bloqueado, não podendo circular, ser transferido ou licenciado até sua regularização pelo atual proprietário.

Para sua regularização, o proprietário deverá providenciar os reparos necessários, o desbloqueio no Detran.SP e a emissão de novos documentos constando no campo “observações” o número do Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Nota – caso não ocorra a recuperação do veículo, o proprietário deverá providenciar a baixa do veículo.

Solicitação da autorização prévia:

Durante o período de quarentena, a solicitação de autorização prévia será feita de forma eletrônica. O cidadão deverá enviar toda a documentação necessária para o e-mail autorizacoesprevias@detran.sp.gov.br.

Estando a documentação em ordem, será expedida a autorização prévia e encaminhada por e-mail ao cidadão, ​o qual poderá apresentar seu veículo em qualquer Instituição Técnica Licenciada (ITL).

Sendo verificada a ausência de documentação ou documentação incorreta, o solicitante será informado para corrigir a pendência no prazo de 5 dias. Em não sendo corrigida a pendência no prazo estabelecido, a solicitação será indeferida.

Documentos necessários para a autorização prévia:

  • Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) – digitalizado do original.
  • Requerimento de autorização prévia para modificação do veículo preenchido conforme modelo disponível no portal do Detran.SP (clique aqui) – digitalizado do original.
  • Atenção!
    O serviço é realizado somente mediante agendamento prévio. 

O que é exigido na vistoria do GNV ou Inspeção GNV ?

E exigido na vistoria do GNV ou Inspeção GNV Marcador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (Tacógrafo). Cinto de segurança em boas condições para todos os passageiros. Dispositivo de controle de ruído do motor. … Cinto de segurança para a árvore de transmissão nos veículos de transporte coletivo e carga.

 

O que reprova na Vistoria do GNV

Entenda seu papel nesse processo e descubra alguns itens básicos que podem te reprovar numa vistoria veicular, baixando o valor agregado do veículo ou até barrando uma transferência no momento da venda.

Para isso, são utilizados equipamentos automatizados para medir a pressão dos amortecedores, condições de frenagem e alinhamento de rodas e suspensão; outros equipamentos de segurança, como triângulo de sinalização, macaco e estepe.

Itens obrigatórios numa vistoria

  • Para-choques dianteiros e traseiros.
  • Espelhos retrovisores, internos e externos.
  • Lavador de para-brisa (Jatinho de água).
  • Limpador de para-brisa.
  • Corta-sol.
  • Faróis principais dianteiros da cor amarela e branca.
  • Faroletes nas cores amarela e branca.
  • Lanternas de posições traseiras de cor vermelha.
  • Lanternas indicadoras de direção – dianteiras (âmbar) e traseiras (âmbar e vermelha).
  • Lanterna de marcha a ré (branca).
  • Retrorrefletores traseiros (vermelho).
  • Lanterna de iluminação da placa traseira (branca).
  • Velocímetro.
  • Buzina.
  • Freios de estacionamento e serviço e com comandos independentes.
  • Pneus que estejam em bom estado e que ofereçam segurança adequada para o novo comprador.
  • Dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de emergência.
  • Marcador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (Tacógrafo).
  • Cinto de segurança em boas condições para todos os passageiros.
  • Dispositivo de controle de ruído do motor.
  • Roda sobressalente, incluindo o aro, pneu e câmara de ar.
  • Macaco.
  • Chave de roda.
  • Chave de fenda ou qualquer outra para remoção das calotas.
  • Lanternas delimitadoras e as laterais nos veículos de carga.
  • Cinto de segurança para a árvore de transmissão nos veículos de transporte coletivo e carga.

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